domingo, 1 de novembro de 2009

PERITO AFIRMA TER FOTOGRAFADO SUPOSTO ESPIRITO


O perito piauiense Delfino Vital da Cunha Araújo avaliou a imagem e considerou não ter ocorrido montagem. Mas como explicar a presença na foto de uma pessoa que já teria morrido?
Sem justificativa científica para o fenômeno, José Olindo passou a pesquisar o tema: o registro de imagens de espíritos em fotografias.
“Não sei se posso me considerar kardecista, mas acredito piamente, principalmente depois desse fenômeno, na sobrevivência da consciência do ser humano”, afirma ele, juiz da comarca de Altos, cidadezinha próxima da capital do Piauí.
O DIA foi atrás da história de Magnólia. Seria mesmo ela na foto? A história ganhou corpo entre os kardecistas do Piauí e do Brasil.
No Rio, seguidores da crença afirmam que Magnólia ou outro espírito qualquer possivelmente pretenderia transmitir mensagem.
Na Federação Espírita Piauiense, Magnólia é muito conhecida. Por isso, ninguém se surpreendeu com a aparição.
Ela foi uma das fundadoras do Centro Espírita Paulo de Tarso, no Centro de Teresina, e se destacou por grande trabalho social.
A atual presidente da instituição, Cristina Borges, explica que muitos identificaram a mulher como Magnólia e que ela já se manifesta no próprio centro.
“Dona Magnólia era a médium que recebia o mentor espiritual da casa, irmão João Cândido. Ela continua trabalhando na equipe espiritual dele. Só que já do outro lado”, observa Cristina.
Fenômeno pouco comum
A kardecista Yeda Hungria, 72 anos, do Instituto Espírita Bezerra de Menezes, em Niterói, observa que casos de espíritos que aparecem em fotografias são muito estudados nos Estados Unidos.
“Este tipo de fenômeno não é muito comum, mas pode acontecer. Geralmente, as pessoas que conseguem este tipo de fotografia possuem um dote mediúnico que permite a manifestação do espírito”, acredita.
Para Paulo Ruy, 68 anos, do Lar Frei Luiz, na Taquara, em casos como esses o desencarnado quer oferecer um ensinamento. “O espírito pode estar querendo mostrar que existe vida após a morte ou que está bem, por exemplo”, explica.☼
Cardiologista admite semelhança, mas diz que mulher não é sua mãe
A cardiologista Luiza Magna de Sá Cardoso acreditava, até há pouco tempo, que a pessoa na foto do juiz pudesse ser a sua mãe. “Parecia com ela quando jovem”, assinalou.
Ao rever a foto, agora com melhor qualidade, ela acha que não é a sua mãe. “Nem mesmo quando jovem. Havia visto esta foto há muito tempo e não tinha qualidade. Mesmo assim, não cheguei a dar muita importância ao fato”, conta.
Caso famoso de aparição ocorreu com a cantora Joanna. Quando se apresentava em Belém, observou homem de turbante que a olhava fixamente.
Chegou a comentar após o show, mas ninguém havia visto o rapaz. Ao descrevê-lo, pessoas na cidade lhe disseram que poderia ser um eletricista. Os pais dele levaram uma foto e Joanna o reconheceu. O rapaz havia morrido eletrocutado alguns dias antes do show e era seu fã.












Fotografando os Espíritos
Parte - 2


9Um dos mais conhecidos investigadores de fenômenos envolvendo aparições de fantasmas, Hans Holzer, obteve algumas fotos fantásticas com o médium John Myers, como esta em que aparece o rosto da falecida mãe de Holzer.

10A foto do chamado fantasma de Raynham Hall foi obtida quando o fotógrafo estava arrumando seu equipamento, ao pé da escada. A figura, que segundo se diz é de uma mulher, desceu em sua direção, e ele aproveitou a oportunidade para registrar a aparição.




11Foto obtida por Hans Holzer com uma Polaroid, na casa do médico e psíquico Andrew von Salza. Os rostos translúcidos que surgem por cima das pessoas presentes na sala foram atribuídos ao governador Al Smith e a John D. Rockfeller Senior. Apesar de ser considerada uma foto legítima, tem todo o aspecto de uma fraude, especialmente devido ao caráter estático das imagens, como se fossem copiadas de outras fotos.
 12Em suas pesquisas com fotos de fantasmas, Holzer também obteve essa imagem no salão de jantar de uma mansão. A figura esfumaçada apareceu por cima da mesa.


 13Fotos tiradas pela família Veilleux, em 1969. Eles contatavam com o espírito de Carol Farnham, que, primeiramente, surgiu nas imagens como um círculo luminoso; depois, formou-se um rosto translúcido.












 14Foto obtida por Jeanie W., em sua própria residência, em Nova York, e que também foi pesquisada por Hans Holzer e considerada uma legítima materialização de ectoplasma.




Fotografando os Espíritos

Gilberto Schoereder
As fotografias de fantasmas são consideradas por alguns pesquisadores dos fenômenos parapsíquicos e espirituais como uma fonte confiável de informação e contato com outras dimensões, desde que devida e criteriosamente analisadas. Entre as centenas de imagens disponíveis na internet, destacamos algumas para os leitores da Espiritismo & Ciência.
Fotos e textos originais: Troy Taylor, do site Ghosts of the Prairie (www.prairieghosts.com)
A tentativa de captar imagens de fantasmas – seja por meio de máquinas fotográficas, seja por filmes ou vídeo –, tem sido uma constante na história da investigação do mundo espiritual. Existem fotos clássicas a esse respeito, como a de Lorde Combermere, apresentada a seguir, e muitas fotos recentes.
Ultimamente, também se tornou comum obter fotografias em cemitérios, com formação de figuras translúcidas, ou apenas névoas sem forma definida, assim como dos chamados orbes – círculos de luz que não podem ser atribuídos a reflexos nas lentes ou a outros fenômenos, como a condensação da respiração de pessoas que estejam presentes na ocasião.
A internet tem sido uma fonte constante de imagens desse tipo, obtidas nos mais diferentes países. Por outro lado, também é constante a apresentação de fraudes, que se tornam mais comuns de acordo com a evolução das técnicas fotográficas e com a facilidade de tratamento de imagens por meio de computadores.
Aqui, apresentamos algumas imagens fornecidas por pesquisadores sérios do fenômeno, que seguem o procedimento de sempre apresentar as fotografias a especialistas para que seja feita uma análise criteriosa dos originais. Na maioria das vezes, no momento em que estão fotografando as pessoas não percebem qualquer presença espiritual, que surge somente após a revelação dos negativos. No entanto, no histórico das investigações, foram registrados inúmeros casos em que os fantasmas foram percebidos, até por mais de uma pessoa, antes de sua imagem ser captada na película.



1A chamada “fotografia de Lorde Combermere” foi publicada em 1895, e até hoje é considerada um mistério. Ela foi obtida em 1891 por Sybell Corbett, na biblioteca do Combermere Abbey, em Cheshire, Inglaterra. A idéia era fotografar a biblioteca da casa, de modo que a película ficou exposta por cerca de uma hora. Durante esse período, ninguém teria entrado no aposento; apesar disso, uma figura difusa surge na cadeira, sugerindo a imagem de um homem de idade. Quando a fotografia foi revelada e mostrada a uma parente de Lorde Combermere, ela disse que a imagem se parecia com ele, apesar de ser muito difícil de se distinguir os detalhes. O que vale ressaltar é que, no momento em que a foto foi obtida, Lorde Combermere estava sendo enterrado a poucos quilômetros da casa. O investigador Sir William Barrett, da Society of Psychical Research, chegou a dizer que um empregado deveria ter entrado na biblioteca e sentado na cadeira, no período de uma hora em que a câmera estava com o obturador aberto, deixando uma “imagem fantasmagórica”. No entanto, posteriormente, Barrett reconsiderou sua posição, percebendo que a imagem não se parecia com a de qualquer dos empregados da casa, e que todos os empregados


2Foto obtida em 1959, por Mabel Chimney, num cemitério inglês. Ela havia acabado de fotografar a tumba de sua mãe, e então tirou uma foto de seu marido, que estava esperando no carro. Ele estava sozinho no veículo, mas a imagem da mãe de Mabel surgiu no assento traseiro. Um especialista em fotografias examinou o original para um jornal inglês e declarou que a foto era autêntica.



3Fotografia obtida em 1959 pelo reverendo R.S. Blance, em Corroboree Rock, região central da Austrália, próximo à cidade de Alice Springs. Uma figura humana surge em meio à vegetação, apesar do reverendo afirmar que não havia ninguém na área no momento. Diz-se que, segundo as lendas locais, aborígenes costumavam realizam rituais“terríveis” no passado, exatamente nesse lugar. 

4Outra foto obtida por um religioso, o reverendo K.F. Lord. Em 1960, ele estava fotografando um trecho da Igreja Newby, na Inglaterra, e sem querer captou essa imagem de uma figura que parece flutuar sobre o altar. Segundo Lord, no momento em que fotografava ele não viu coisa alguma no local.

  

5Foto obtida por John Cachel, da American Ghost Society, em 1998, num pequeno cemitério próximo a Des Plaines, Illinois. Segundo Cachel, não havia luzes nas proximidades e a lua não era visível.
6Fotografia fornecida por Dale Kaczmarek, da Ghost Research Society, obtida por Mari Huff durante uma investigação no cemitério Bachelor’s Grove, próximo de Chicago, que tem um histórico de aparições fantasmais. Foi utilizado um filme infravermelho, no qual surgiu a figura transparente de uma mulher sentada numa lápide. No momento em que a foto foi tirada, as pessoas presentes não conseguiam percebê-la. Na verdade, trata-se de uma ampliação de uma vista panorâmica do cemitério. A foto chegou a ser considerada uma fraude, mas o original foi investigado por fotógrafos profissionais, que foram incapazes de perceber qualquer irregularidade.











7Foto obtida por Helen Shievers, da American Ghost Society. A criança na foto é sua filha, aos nove meses de idade. O brilho no lado direto é um reflexo do flash, mas a imagem no lado esquerdo não pode ser explicada. Talvez esteja ligada às chamadas fotos de orbs, ou transfotos.




8Fotos obtidas em 1996, numa investigação de um “cemitério assombrado”, em Illinois. A suposta energia espiritual que surge nas imagens não foi percebida pelas pessoas presentes no momento. Foi descartada a possibilidade de reflexos na câmera ou de vapores de respiração humana.

   
     

Documentários Interessantes

Acredite se quiser: o primeiro registro escrito de estranhos acontecimentos no Triângulo das Bermudas é encontrado no diário de bordo de Cristóvão Colombo. Em uma noite calma no Mar de Sargasso, Colombo e seus homens viram luzes estranhas dançando acima e abaixo da água. Mal sabiam que aquele seria dos fenômenos menos nocivos que aterrorizariam embarcações no Triângulo das Bermudas. Será que o continente perdido da Atlântida tem algo a ver com os navios e aviões perdidos no Triângulo das Bermudas? O que é que amedronta tanto pilotos como marinheiros que atravessam essas águas misteriosas? Dos dias de Colombo até hoje estas e outras estranhas e inexplicáveis anomalias assombram esse triângulo do Oceano Atlântico. Há uma explicação lógica? Podemos desvendar os segredos doTriângulo das Bermudas?








Imagine que você esteja sobrevoando o mar, e que de repente todo o seu contato com o continente não exista mais. Este é o Triângulo das Bermudas, há centenas de anos, barcos, aviões e navios desaparecem nessa diabólica geometria e o mistério do Triângulo das Bermudas continua a confundir ainda hoje. Mas o que exatamente seria o Triângulo das Bermudas? O lar de ondas terríveis? O vórtex do tempo? Uma força eletromagnética misteriosa? Ou o fruto de uma imaginação muito fértil?


Link Documentário Discovery Channel (Triângulo das Bermudas)
http://www.youtube.com/watch?v=2JlO6nhnu6k


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SANDRO RIBEIRO


ADMINISTRADOR





NOVEMBRO/01/2009.
:: Experiências Extracorpóreas ::

Postado em: 01/11/2009 – 08:00h


Enviado por M.M




Até uns poucos anos atrás,

chamava-se a peculiar experiência de estar fora do corpo físico de projeção

astral, mas ultimamente ela tem sido chamada de experiência extracorpórea.

A viagem astral consiste, essencialmente, na projeção do corpo interior

ou personalidade etérica do corpo físico, geralmente durante o sono, mas

não exclusivamente. As projeções astrais acontecem na vigília e costumam

ser chamadas de "deslocamentos momentâneos". Entretanto, projeções

de qualquer amplitude são, quase sempre, parte da experiência onírica.

Nesse fenômeno, a pessoa adormecida viaja cobrindo distâncias diversas,

desde o teto de seu quarto até o outro lado do continente, e permanece

ligada ao corpo físico por um fio prateado que nem sempre lhe é visível.



Em essência, a projeção astral

pode ser atingida de duas maneiras: através da projeção voluntária do

eu interior para um local predeterminado ou, o que é muito mais comum,

através da dissociação involuntária, durante o sono, do eu interior, que

viaja então até lugares distantes. Muitos, senão todos os eventos observados

ou vivenciados em estado astral, são recordados ao despertar com a mesma

clareza intensa e nítida que caracteriza os verdadeiros sonhos psíquicos.



As projeções astrais se incluem

entre os sonhos psíquicos porque partilham das mesmas características

básicas: observação pelo sonhador de material ou situações para ele desconhecidos

em estado consciente; não consideração do tempo e espaço convencionais;

e capacidade de recordar as experiências, ao acordar, com impressionante

clareza. São, em outro sentido, o oposto dos sonhos psíquicos e, em grau

menor, dos sonhos de percepção extrasensorial. Isto porque, nestas duas

últimas categorias, o material externo é comunicado ao sonhador, enquanto

nos sonhos de experiências extracorpóreas o sonhador sai de seu meio ambiente

físico para fazer ele mesmo a observação, recordando, ao regressar, o

que viu ou vivenciou. Além disso, ha um quarto elemento ausente nos demais

sonhos psíquicos: a ocasional observação do eu interior do sonhador por

observadores externos, geralmente despertos.
 
Os habituais efeitos físicos

e emocionais da projeção astral são os seguintes:



- Sensação de extremo cansaço ao despertar,

mesmo que a pessoa tenha dormido durante horas;



- No final de cada projeção, sensação de

queda de grande altura, de estar girando em direção ao solo, geralmente

acompanhada pelo medo de cair. Isso representa apenas a reação física

à "desaceleração" de vibrações, que se dá à medida que o eu

interior retorna ao invólucro físico, restabelecendo a ligação com ele;



- A nítida lembrança de ter atravessado muros

aparentemente sólidos ou de ter visto de cima o próprio corpo, geralmente

no início da viagem. Sensações de estar flutuando para fora do corpo,

primeiro devagar, elevando-se até o teto do quarto, depois ganhando velocidade,

às vezes fulminante, deslocando-se rapidamente pela paisagem; observação,

ao mesmo tempo, dos marcos físicos em volta e, às vezes, sensações de

conforto ou desconforto devidas à temperatura, tais como calafrios, umidade

ou calor. Ocasionalmente, observação de um fio prateado atrás de si, que

tornava a se enrolar por ocasião do regresso;



- Ao fim da viagem ou no local de destino,

observação de pessoas ou cenas, geralmente com incapacidade de estabelecer

contato através da fala. Ha registro de contatos visuais;



- Plena posse das faculdades de raciocínio

durante o sonho.



Muitas projeções astrais

tem lugar durante operações ou quando se está sob efeito de anestesia.

Essas formas artificiais de dissociação parecem estimular a fuga astral,

e os registros de pesquisas psíquicas estão repletos de depoimentos de

pessoas que assistiram às suas próprias operações enquanto pairavam num

canto do teto, acima da mesa de cirurgia.



A Sra. Marie F., de Paris,

estava dando à luz a seu terceiro bebê quando teve início uma hemorragia

e seu eu interior abandonou o corpo pela cabeça. Ela assistiu a tudo o

que acontecia na sala de cirurgia, pairando acima da mesma. Em seguida,

deixou a sala e foi visitar "outras almas", como ela mesma disse,

quando então pode escolher entre ficar ou voltar para o plano terrestre.

Tendo decidido voltar, despertou na mesa de operação, conservando a lembrança

de tudo o que vira no período em que permaneceu aparentemente inconsciente.




PLANETA;

Redação; Sonhos Psíquicos: Sondando o Outro Lado da Vida; São Paulo,

SP; Revista; Mensário;

N.º 128-B; Maio, 1983; ilus.; Editora Três; p. 50-57.