sábado, 31 de outubro de 2009

ESPECIAL VIDA FORA DA TERRA. EXISTE?

Os extra-terrestres e os OVNIs existem, mas o governo dos EUA oculta a sua existência, foi o que disse um ex-astronauta da NASA. Edgar Mitchell explicou que em 1974 tentou investigar o famoso caso conhecido como “Incidente Roswell”, que descrevia a queda de uma nave extra terrestre no nosso planeta, mas quando as investigações estavam no bom caminho, foi proibido de continuar e a investigação foi pelo cano abaixo.

“Não estamos sós. O nosso destino, na minha opinião, é terminar formando parte de uma comunidade planetária. Temos de estar dispostos a ir mais além do nosso planeta e mais além do nosso Sistema Solar, para investigar o que realmente está a acontecer lá fora”, declarou Mitchell, de 78 anos.

A NASA já reagiu aos comentários de Mitchell, garantindo que “não realizar nenhum tipo de seguimento dos OVNIS” nem formar parte “de nenhum encobrimento da vida além da Terra”.
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Prof. Renato Las Casas e Divina Mourão (01/11/98):
A ciência acadêmica não acredita em discos voadores, mas acredita em vida extraterrestre inteligente. Segundo os cientistas, não existem evidências que amparem a idéia de seres de outros planetas visitarem a Terra nem de que exista vida inteligente no sistema solar fora da Terra. As grandes distâncias entre as estrelas e a limitação das velocidades que os corpos podem adquirir tornam extremamente improváveis tais visitas.
Nas últimas décadas, porém, têm sido travadas discussões, constantemente atualizadas, sobre a probabilidade de vida extraterrestre. Por todo o mundo, milhões de dólares anuais são gastos em pesquisas que buscam a detecção de sinais emitidos por civilizações inteligentes extraterrestres.

O grande avanço tecnológico característico de nossa época pode estar nos levando a passos largos para a detecção desses sinais que, uma vez captados, confirmando a existência de vida extraterrestre inteligente, podem vir a alterar significativamente a sociedade humana atual.



A EQUAÇÃO DE FRANK DRAKE


Em 1961, Frank Drake, astrônomo norte-americano, atual diretor do Instituto SETI, publicou uma equação que pretende fornecer o número de civilizações inteligentes e que desenvolveram tecnologia em nossa galáxia. Essa equação ficou conhecida como equação de Frank Drake. Sábado próximo, como acontece todo primeiro sábado do mês, o Observatório Astronômico da UFMG na Serra da Piedade (OAP) estará aberto ao público com uma programação onde dará especial atenção ao tema vida extraterrestre e a essa equação.
Simplicidade

Ao se analisar pela primeira vez essa equação, percebe-se a sua grande simplicidade. Não é necessário intimidade com as ciências exatas para entendê-la. A equação de Frank Drake fornece o número de civilizações em nossa galáxia que são inteligentes, desenvolveram tecnologia e são assim capazes de emitir sinais detectáveis por nós, assim como de detectar sinais que nós emitimos ("civilizações comunicantes"). Chegamos a esse número através da multiplicação simples de sete termos ou parcelas. A equação de Frank Drake é simples, mas chegar a valores razoáveis para cada uma dessas sete parcelas é extremamente difícil e complicado.

A Equação

N = E x P x S x V x I x T x C; onde N é o número de civilizações comunicantes em nossa galáxia; E é o número de estrelas que se formam por ano na nossa galáxia; P é a fração, dentre as estrelas formadas, que possui sistema planetário; S é o número de planetas com condições de desenvolver vida por sistema planetário; V é a fração desses planetas que de fato desenvolve vida; I é a fração, dentre os planetas que desenvolvem vida, que chega a vida inteligente; T é a fração, dentre os planetas que chegam a vida inteligente, que desenvolve tecnologia e C é a duração média, em anos, de uma civilização inteligente.

Astronomia


Encontrar valores para E, P e S é tarefa da Astronomia. Com base nas teorias atuais sobre formação de estrelas, não parece que estamos sujeitos a grandes erros se considerarmos E = 10,P = 1 e S = 1. A multiplicação dessas três parcelas nos permite dizer que, por ano, se formam 10 planetas em nossa galáxia com condições de abrigar vida.

Biologia


Encontrar valores para V e I é tarefa da Biologia. Principalmente pela falta de outra amostra para a observação da vida, que não a Terra, temos grande incerteza na atribuição de valores para essas duas parcelas. Vamos considerar que de dez planetas com possibilidades de desenvolvimento de vida, essa só se desenvolva efetivamente em um deles (V=0,1). Da mesma forma, vamos considerar que de dez planetas que desenvolvam vida, um chegue a vida inteligente (I = 0,1).


Ciências Sociais

T e C estão na área político-sócio-econômica. A incerteza na atribuição de valores para essas duas parcelas é imensa. Também aqui vamos considerar que de dez planetas que alcancem vida inteligente, um desenvolva tecnologia (T = 0,1). Por fim, qual a duração média de uma civilização comunicante? A resposta a essa pergunta também envolve algum conhecimento de Astronomia. (Note que essa pergunta está intimamente ligada ao futuro da espécie humana. Há apenas cerca de 60 anos podemos nos intitular "civilização comunicante" e a Terra ainda poderá existir por uns 4,5 bilhões de anos, tempo de existência que ainda resta ao sistema solar.) Alguns mais pessimistas acreditam que já estamos prestes a nos auto-destruir. Alguns mais otimistas acreditam que o único limite para a nossa civilização é a destruição do sistema solar. Existe também a possibilidade de destruição de nosso planeta em uma colisão com um cometa ou meteoro. Mesmo sabendo que estamos sujeitos a um grande erro, vamos considerar C = 10 milhões.



Visão Otimista


A atribuição dos valores para as parcelas acima foi feita norteada pela ciência atual, porém, com visões bastante otimistas acerca da vulgaridade da vida no universo, de tal forma que podemos falar que estamos obtendo o número máximo possível de civilizações comunicantes em nossa galáxia.



Após multiplicarmos as parcelas acima, chegamos a 1 milhão. Isso quer dizer que é possível que tenhamos 1 milhão de civilizações, só em nossa galáxia, que mais do que inteligentes, desenvolveram tecnologia e são capazes de se comunicar conosco.


O INSTITUTO SETI


A palavra "SETI" é formada pelas iniciais de "Search for Extra Terrestrial Inteligence" (Em busca de inteligência extraterrestre). O objetivo do Instituto Seti, com sede nos Estados Unidos, é a pesquisa e o desenvolvimento de projetos educacionais relacionados ao estudo da vida no universo. O projeto é mantido pela Nasa, União Astronômica Internacional e várias instituições públicas e privadas.







A pergunta principal que se pretende responder através desse instituto - "Estamos sozinhos no universo?" - vem acompanhada de outras do tipo: Como o desenvolvimento biológico em nosso planeta se enquadra no cenário global do desenvolvimento no universo? Inteligência é um evento raro ou comum no universo? Civilizações tecnológicas duram longos períodos ou se auto-destroem ou simplesmente desaparecem em alguns séculos, quem sabe vítimas de alguma catástrofe?

Para responder a essas perguntas, o Instituto Seti realiza pesquisa em diversas áreas do conhecimento - Astronomia, Ciências da Terra, Evolução Química, Origem da Vida, Evolução Biológica, Evolução Cultural.

O Projeto Fênix


O principal projeto do Instituto Seti é o Fênix (pássaro mitológico do Egito antigo que renasce das cinzas), que se dedica à detecção e análise de ondas de rádio (na faixa de 1.000 a 3.000 MHz) vindas do espaço, procurando identificar algum sinal produzido artificialmente (por algum ser inteligente). Para isso, o projeto Fênix gasta entre quatro e cinco milhões de dólares anualmente e utiliza os maiores radiotelescópios do mundo. Os alvos são estrelas dentro de uma vizinhança relativamente grande do Sol. Todas as estrelas observadas até hoje estão a uma distância inferior a 200 anos-luz do Sol (um ano-luz é a distância que a luz percorre em um ano e equivale a 9,5 trilhões de Km).

O QUE SÃO RADIOTELESCÓPIOS


Os radiotelescópios são grandes antenas capazes de detectar ondas eletromagnéticas com freqüência de vibração na faixa conhecida por rádio (como as ondas para transmissão de rádio e televisão e também por radares militares).


Entre as estrelas há muita poeira e muito gás. Qualquer sinal (onda eletromagnética) emitido por uma estrela vai sendo absorvido à medida que avança por esse meio interestelar. A taxa de absorção das ondas eletromagnéticas no meio interestelar varia com a freqüência da onda. Ondas eletromagnéticas na faixa rádio são pouco absorvidas, o que faz com que elas possam ser detectadas a grandes distâncias do ponto emissor.

No projeto Fênix, são detectadas ondas de rádio na faixa de 1.000 a 3.000 MHz (microondas). Se uma civilização está emitindo alguma radiação com o intuito de ser detectada por outra civilização inteligente, é possível que emita esse sinal próximo à freqüência de 1.420 Hz, que corresponde à freqüência de uma radiação natural do hidrogênio interestelar, que existe em grande quantidade por todo o universo. Qualquer civilização inteligente deve saber disso e ter aparelhos capazes de fazer medidas nessa faixa do espectro.

Existem algumas características que permitem saber se uma onda eletromagnética foi produzida por algum processo natural ou por alguma inteligência, além de sinais codificados em um ritmo, por exemplo, que seriam de fácil evidência. Uma delas é a "largura espectral" de linhas, isto é, se estivéssemos captando um som em um rádio, por exemplo, tanto maior seria a largura espectral de uma linha quanto mais se girasse o botão de sintonia do rádio, continuando a captar aquele som.

Sinais naturais têm grande largura espectral; sinais artificiais podem ser produzidos com baixas larguras espectrais. O projeto Fênix procura identificar sinais com largura espectral inferior a 300 Hz.





                                  Rádio Telescópio de Arecibo (Porto Rico) - O maior do mundo
 
 
Antes de afirmar que os UFOs são veículos comandados por uma inteligência extra-terrestre, temos que analisar a possibilidade de que a mesma exista.

Oficialmente, o planeta Terra é o único planeta em que se sabe haver vida, em especial vida inteligente. Conhecimentos básicos de astronomia, no entanto, deixam no mínimo, dúvidas sobre tal afirmação. Levemos em conta que nosso planeta, ao lado de outros oito, gira em torno de uma estrela que chamamos de Sol, cuja idade não ultrapassa cinco bilhões de anos. O Sol faz parte de um aglomerado de estrelas (chamado galáxia) com o romântico nome de Via Láctea. As estimativas menos otimistas dizem que a Via Láctea é formada por cem bilhões de outras estrelas, mais ou menos novas que o nosso Sol. Há estimativas que elevam esse número até quatrocentos bilhões de estrelas. Os últimos estudos mostram o espantoso número de cinqüenta bilhões de outras galáxias espalhadas pelo nosso universo tridimensional conhecido. E esses números crescem em relação direta ao avanço técnico dos equipamentos para observações astronômicas.


Estatisticamente falando, esses números já seriam mais que suficientes para fazer os astrônomos pensarem que realmente deve haver estrelas com planetas ao seu redor que abriguem vida inteligente. Porém, mais que simples cifras, recentes descobertas têm feito até os mais céticos reverem suas posições. Vejamos, por exemplo, que ao ser redigido este texto, a existência de mais de cinqüenta planetas já foi confirmada pelos observatórios de superfície e/ou em órbita terrestre. E nos referimos aqui a planetas circundando outras estrelas a dezenas de anos-luz de distância, ou seja um raio de análise muito pequeno se comparado com o diâmetro de nossa galáxia que é de cem mil anos-luz.






O que dizer , então, de descobertas mais objetivas? O mundo parou de respirar por alguns instantes quando, em 1996, um grupo de cientistas americanos, ao lado do presidente Clinton, revelou ter descoberto microrganismos fossilizados em uma rocha originária do planeta Marte. Ainda que muitos coloquem em dúvida tal afirmação, por questões técnicas que na cabem nesse resumo, o fato é que houve uma enorme mobilização do governo americano no intuito de averiguar mais de perto o assunto, aumentando vertiginosamente o orçamento para o estudo do chamado planeta vermelho.

Bem mais longe que Marte, os astrofísicos têm, a cada dia, aumentado o número de informações sobre estrelas distantes que instigam ainda mais a imaginação dos cientistas de todo o mundo. Informações essas que se referem, entre outras coisas, à presença de substâncias básicas necessárias para o surgimento de vida como a conhecemos.

Ora, bactérias não constróem naves e viajam a outros sistemas estelares. Portanto, qual a importância desses dados para os ufólogos? Se levarmos em conta que a idade estimada de nosso planeta é de 4,5 bilhões de anos e que o Homo Sapiens Sapiens surgiu há apenas algumas dezenas de milhares de anos (pelo menos é o que diz a ciência acadêmica). E, além disso, se levarmos em conta que o universo conhecido existe há aproximadamente quinze bilhões de anos, aí teremos algo realmente interessante para pensarmos. Quantas civilizações com alto grau de inteligência não teriam aparecido e , talvez até desaparecido nesse tempo todo ?

Já que não temos oficialmente resposta a essa pergunta em nossos registros históricos, talvez a encontremos nessas luzes e objetos que cruzam nossos céus todos os dias.


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Para mais informações acesse o site - http://www.ufo.com.br/



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